Toronto – Núcleo Cultural do Canadá

Toronto foi pra mim um lugar para surpreender a cada esquina, andei muito pelas ruas de Toronto, não me perdi, mas sempre me encontrava admirando algo. Seja por entre os prédios, seja numa linda praça ou dentro de um shopping, tudo tem detalhes que viram atrativos ainda mais para nós turistas. Sem contar que a cidade “esconde” uma outra cidade subterrânea, nesta sim eu me perdi, são os chamados “The path” – sensacional.
 
Venha descobrir mais sobre este lugar eclético e o por que eu usei este adjetivo.

Como diz o título deste artigo, Toronto é o núcleo cultural do Canadá, a exemplo disso, lembramos que a cidade tem mais de 30 opções de galerias e museus. Acredite que tem museus até para adoradores de certas categorias, li, a exemplo, que há museus específicos sobre moda e sapatos, os fashionistas piram! Não visitei nenhum destes pois não era meu foco mas deixo um lista com alguns nomes, endereços e alguns links de interesse ao fim deste artigo!
Além disso, em Toronto se encontra pessoas de diversas nacionalidades e é um local que percebemos existir respeito por esta amplitude de culturas. Acredito que não é a toa que na língua indígena o nome da cidade significa “lugar de encontro“.
Bom, então vamos começar nosso roteiro e sugestões de visitas.
Como contei em outro artigo – Canadá, chegamos pelo aeroporto de Toronto e com um carro alugado seguimos direto para Niagara – veja nossa experiência aqui. Na retorno a Toronto, paramos em Vinícolas e aproveitamos o dia em Niagara on the Lake, cidade intimista que super recomendo. E chegamos já no fim do dia porém ainda muito sol e um dia de céu claro, sol brilhando e qual foi a minha primeira reação? Com esse fim de tarde lindo vamos correr para a CN Tower.

Primeiro (fim de) dia

CN Tower
A CN Tower é aquela famosa torre com 553 metros de altura que virou um símbolo da cidade, foi construida em 1976, e tem um piso de vidro que vc vê lá em baixo, longe, os carros e as pessoas como se fossem formiguinhas. Sempre recomendam nos sites de viagem e guias que a gente procura para o planejamento das viagens: “evite dias nublados”, “prefira dias ensolarados”. Bom ir a torre naquele dia nem estava no meu planejamento mas e o medo de não ter sol nos próximos dias, já que havia previsão de chuva futura.
Resumo, não sei se foi uma boa decisão, não pela visita a torre mas outros agravantes. A Torre fica no centro de uma praça onde de um lado está o “Rogers Centre” , um estádio esportivo de Baseball, um gigante no centro da cidade, e do outro lado o “Ripley’s Aquarium of Canada” não tão grande mas sempre cheio de turistas.  Acontece que naquela tarde haveria jogo no estádio e o Canadá inteiro resolveu assisti-lo (adoro exagera um pouco). O trânsito pior que o normal, policia tentando controlar o incontrolável, estacionamentos aos arredores lotados, mas fui persistente e consegui um estacionamento privativo perto do “Roundhouse Park” (uma expansão do Centro de Convenções do Metro com um parque /praça pública e museu aberto das antigas ferrovias que fica logo a frente da CN Tower). Apesar de não enfrentarmos fila para comprar ingressos, tínhamos o City Pass (contei lá no artigo Canadá) havia uma fila média para o detector de metais e depois uma imensa fila para chegar nos elevadores.

LookOut na CN Tower

Glass Flor na CN Tower

Acredito que pra fugir da fila somente se você chegar bem cedo na torre (o site oficial diz que antes das 11h evita-se multidões), abre diariamente das 9 as 22h. Ficamos mais de uma hora até chegar nos elevadores que vão super cheios e muito rápidos – pasmem! –  56 segundos até a altura de 346 metros, Obviamente algumas pessoas passam mal por causa desta brusca mudança de altura, foi o que aconteceu com uma das meninas no nosso grupo que simplesmente “desmontou-se” no chão do elevador. Mas aventuras a parte, seguimos, neste andar “LookOut” é possível ver Toronto em 360 graus através de grades (e ouvíamos o barulho extremo do jogo que acontecia no estádio). Ao acessar o andar de baixo, visita-se o “Glass Flor” – andar de vidro – onde não é todo o andar com o chão de vidro mas apenas uma parte com a vista de 342 metros de altura. Naquela ocasião vocês já devem imaginar que foi quase impossível ver alguma coisa pois haviam muitas pessoas sentadas e até deitas  ali naquele vidro (diga se de passagem, já imundos) fazendo suas selfies. Com medo, não me atrevi a colocar nem os dois pés juntos sobre o vidro, um  só foi o suficiente. E por fim pode-se visitar o “SkyPod” o mais alto observatório fechado de vidro nas laterais a 447 metros de altura, neste nível é preciso um ingresso extra.

Vista do SkyPod (44 m de altura). Com inconvenientes reflexos do vidro

Edge Walk – passeio a 356 m de altura

Se o visitante for daqueles que adora uma emoção ainda pode se aventurar no “Edge Walk” um passeio pelo lado de fora da torre, o visitante literalmente se pendura para o lado de fora a 356 metros de altura, é uma caminhada por uma plataforma de 1,50m de largura em que os visitantes ficam presos pelo corpo apenas por um sistema de cabos em um trilho especial. Se você for destes turistas ousados pode marcar seu passeio, pago a parte, aqui no site da CN Tower.

Roundhouse Park – Trens antigos

Registrei o passeio do “Edge Walk” do Roundhouse Park, que contei sobre o parque anteriormente, onde tem trilhos e vagões de trem antigos e até um trem miniatura que anda sobre os trilhos divertindo as crianças.

Pra finalizar nosso dia, nada melhor que passar num Walmart para as compras e tomar um bom vinho canadense no apartamento que alugamos  no bairro de Roncesvalles Village, entre o lindo High Park e a um trecho da famosa Dundas Street (West), que conto sobre eles logo mais.

Segundo dia

Casa Loma – Jardins e Fonte

Já com o frio chegando em meados de setembro, o jeito foi espantar a preguiça, vestir um casaco e seguir de metro para a Casa Loma. Foi uma visita surpreendente, poderia ter passado o dia ali se nossos dias não fossem contados. Mas fica a dica pra quem puder e tiver tempo de sobra, aproveite o máximo na Casa Loma.

Casa Loma

Casa Loma – Frente do Castelo

A Casa Loma é um museu na cidade alta, com uma linda vista de Toronto. Em espanhol Casa Loma significa Casa na Colina, e é exatamente a visão que temos de Castelo neo-romântico, que foi construído para ser uma residência, em 1914, e torno-se uma agradável atração turística e uma ótima locação para filmes hollywoodianos, sim, o local foi cenário de muitos filmes, entre eles X-Men, O terno de um bilhão de Dólares e Operação babá.

Vista da Torre em Casa Loma

O palacete de aparência europeia tem 3 andares a ser explorado, um subsolo com cinema e jardins e ainda torres de onde tem-se vistas linda da cidade, porém o acesso a essas torres é um pouco difícil, são escadas estreitas (o que me lembrou muito o Belvedere Castle de Nova York) onde passa uma pessoa por vez, uma delas é em espiral, pra mim ainda mais difícil mas a vista compensa o esforço. Aberto todos os dias das 9:30 as 17h, tem um estacionamento pago no local, 10 dólares por veículo, tempo livre. Como contei, a entrada faz parte do City Pass e isso nos economizou algum tempo de fila. Há uma cafeteria local com mesas (poucas) dispostas no jardim, tudo com um ar bem romântico.

Royal Ontario Museum

Royal Ontario Museum

Saindo da Casa Loma descemos a escadaria da “Spadina park” até a Avenida de mesmo nome, Spadina Roud. A estação de Metrô fica a 600 metros dali, a Dupont Station. Pegamos a linha 1 sentido Yonge-University e após 3 paradas estávamos na estação Museum, que dá acesso ao “Royal Ontario Museum“.  O Museu Real (traduzido) também tem acesso incluído no CityPass, a princípio não era uma visita prioritária para mim, queria muito ver sua fachada, de um lado neo-bizantina e outro pós moderna, porém acabou sendo acrescentado no roteiro para visitação completa e gostei muito  apesar de ficarmos pouco tempo para aproveitar o sol que brilhava naquele dia e caminhar pelas ruas de Toronto. E foi o que fizemos em seguida.

Queen’s Park e Nathan Phillips Square

NathanPhillips Square

Passamos pelo “Queen’s Park” observando a magnifica Universidade de Toronto e em seguida a Assembleia Legislativa, tudo nestes arredores da Praça. E decidimos ir caminhando pela University Avenue até a “Osgoode Hall“. Por esta avenida, passamos por um setor de hospitais, aos nosso arredor haviam muitos prédios hospitalares de diferentes especialidades e pode parecer bobagem mas a arquitetura moderna era de cair o queixo, alguns até com monumentos a sua frente, algo muito bonito para apreciar. O Osgoode Hall é sede do Tribunal Superior de Justiça do Canadá junto com a Sociedade de Advogados e é um edifício históricos com fachada original de 1860. Grande contraste com outros edifícios desta região. Por entre o jardim deste último, tivemos acesso a “Nathan Phillips Square“, onde ao fundo está a Prefeitura de Toronto e a frente monumentos como a famosa fonte – “Fountain at Nathan Phillips Square” local em que fica o letreiro TORONTO mudando de cor.

Eaton Centre e Yonge-Dundas Square Toronto

Old City Hall

A “Nathans Phillips Square” é a praça central de Toronto, é o City Hall também com contrastes arquitetônicos modernos e antigos, localizada no cruzamento da Bay Street com a Queen Street se não tiver intenção de fazer a caminhada pelo Avenida University use o metrô da estação Museum ou University e desça na estação Osgood. Atravessando o quarteirão você avistará o “Old City Hall” e em seguida o “Eaton Centre“. O Eaton é um shopping bem grande, com mais de 300 lojas e uma boa praça de alimentação. O que mais chama a atenção neste local (além daquelas lojas que nós turistas consumistas adoramos) é o átrio impressionante, com telhado de aço e vidro em arco com mais de 262 metros de comprimento e pra dar um toque especial, um grupo de gansos canadenses dispostos simulando um voo em plena entrada.

Eaton Centre

Se você for parar pra fazer um lanche por aqui e for fã de hamburguerias super recomendo o “Big Smoke Burguer” (imploro, não troquem por um Mc), estes sandubas de “responsa” só não vencem o Smash Burguer da Florida nos EUA. Prove também a “poutine”, aquela famosa batata frita com queijo derretido e molho tipicamente canadense. Há outras lojas do Big Smoke por Toronto e por outras regiões canadenses, é uma rede local, no site se encontra outros endereços.

 

Bom, após um lanchinho (ou não) e visitas numas lojas interessantes é hora de atravessar o shopping saindo do outro lado (aviso: é longo o caminho) e sair na “Yonge-Dundas Square“. A Yonge Street é a rua mais comprida do Canadá, foi traçada como estratégia militar ligando Toronto ao Lago Simcoe, ao Norte. Em frente a entrada norte do Shopping tem até “desenho”na calçada mostrando o trajeto da Yonge street e aqui ela cruza com a Dundas Street formando o que os turistas apontam como a “Times Square” de Toronto – A “Yonge-Dundas Square“. Não eleve muito as expectativas, é uma Times square bem menor e menos brilhante mas um ponto legal pra visitar, sempre bem cheio de turistas (como não poderia deixar de ser), uma praça onde se reúne eventos e festivais esporadicamente, o Hard Rock Cafe (não poderia faltar) e algumas casas de shows / musicais.

Fim de tarde, é hora de pensar num happy hour!

The Distillery Distrit

Lugar badalado, cheio de lojas, cafés, restaurantes, estúdios, galerias e até uma cervejaria local, a Mill Street Breery. A Distillery Distrit é uma antiga fabrica que foi revitalizada abrindo em 2003 para a população e hoje é um ponto turístico inusitado e um centro cultural ao ar livre.

Eu me apaixonei pelo lugar, entrei em lojas de queijos e geleias, tomei um belo milk shake na Cacao 70, andei pelas ruelas vendo obras de arte e fotógrafos trabalhando, música e animação em restaurantes e eventos.

Abre diariamente, de segunda a quarta a partir das 11h da manhã até as 19h, quintas e sextas das 11h as 20h, sábados das 10h as 20h e domingos das 11h as 18h.

Terceiro Dia

E a chuva chegou, então me senti aliviada por ter ido a CN Tower logo no primeiro dia.  Friozinho batendo a porta, agasalho e guarda chuva, uma pequena caminhada até a estação mais próxima do nosso apartamento (carro na garagem para não estressar no trânsito) e seguimos até King Station para explorar a pé a região que tem muitas coisas legais.

Gooderhan Building

Localizado no  número  ua Wellington e a Rua Front, que traça o lago original da cidade. O prédio foi construido em 1891 , seu exterior exibe estilos característicos dos projetos romanês e gótica Revival. Um dos atributos do é um grande mural de trompe l’oeil erguido na fachada oeste pelo artista canadense Derek Besant, que data de 1980. O mural representa uma fachada falsa fixada na parede real do prédio e incorpora as características existentes da parede com atributos não existentes, como a  impressão de existirem mais janelas do que realmente existem, e características parecidas as de outros edifícios do século 19 na vizinhança.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao fundo do Goodeerhan Building encontra-se um pequeno parque, o  Berczy Park. 

Como já estamos localizados no (distrito/região) de St. Lawrence Market District, nada mais interessante que ir conhecer o mercado famoso de Toronto.

St. Lawrence Market

O St. Lawrence Market (92-95 Front Street East) além de ser um mercado tradicional  com quase 200 anos, parecido com os nossos brasileiros. Tem barraquinhas de hortifruti, carnes, adegas (encontra-se ice wine),  também conta com restaurantes e até galerias de artes. Ou seja, um lugar interessante para visitar e fazer uma parada pro lanche entre os passeios porque aqui você encontrará o famoso Peameal Bacon Sandwich (recomendação – padaria Carousel). Provar esse sanduíche parece ser quase que uma obrigação de turista porém não comi por falta de oportunidade. Ah, mais uma dica, fique atento ao horário de funcionamento do mercado: Terça a quinta das 8h as 18h, Sextas das 8h as 19h e aos sábados das 5h as 17h.

Retornamos um pouquinho em direção ao Berczy Park pra a próxima parada.

Hockey Hall of Fame e Allen Lamber Galleria

Vitrine de discos de hockey

Você pode pensar, “não conheço nada de hockey”, “não gosto de hockey”… mas não importa. Você já está ali do lado turistando e este lugar é bem diferente. Mesmo que não queira entrar na galeria  que oferece diversas atrações para fãs e curiosos, vale admiriar o local, a vitrine com discos de hockey e  parar para uma foto com as estátuas da entrada.

Allen Lambert Galleria

O Hall fica dentro do Shopping Brookfield (30 Yonge Street – aberto diariamente das 10h as 17h, podendo ter horários diferenciados) e indico mesmo que só uma passada por dentro deste shopping pois é um show arquitetônico em especial o centro dele nomeado como Allen Lambert Galleria.

Seguindo pela Front Streets fomos visitar o Aquário.

Ripley’s Aquarium of Canada

Ao lado da CNTower está o Ripley’s Aquarium (288, Bremner Boulevard). Um lindo e enorme centro de aquários com diversas espécies, o lugar encanta adultos e crianças. O horário de funcionamento é geralmente das 9h as 23h, mas pode variar de acordo com a época do ano e você pode conferir no site. O ingresso pode ser comprado avulso, no entanto está incluído no City Pass.

Saímos do aquário já com intenção de caminhar pelo “The Path” para conhecer este caminho subterrâneo que é uma verdadeira cidade com praças de alimentação, lojas, e as entradas para as estações de metrô. Como disse, tínhamos a intenção e ao deixarmos o aquário estava um verdadeiro dilúvio, a intenção virou obrigação.  A cidade subterrânea surpreendeu e ali sim nos perdemos, não sei muito bem como, mas conseguimos sair no local desejado, o Eaton Centre para esconder da chuva.

Bobbie Rosenfeld Park – Acesso para Rogers Center, CN Tower e Ripley’s Aquarium

Art Galery of  Ontario  e Chinatown

O AGO – Art Galery of Ontario  está localizado na Dundas Street, fácil de incluir no itinerário pois está fácil de ir caminhando a partir do Eaton Centre e pertinho do Chinatown. O AGO abre todos os dias a partir das 10H30, apesar de ser um grande atrativo o ingresso é um pouco alto e NÃO incluído no City Pass então optamos por não entrar. Dali um passeio pela Spadina Street onde concentra o Chinatown e Kensigton Markete, como todas as grandes cidades geralmente encontramos está área oriental tão marcante e típica.

Fechando a noite

Há algumas regiões bem recomendadas para uma boa refeição em Toronto, como a Yorkville por exemplo. Mas neste dia resolvemos conhecer uma rede bem famosa no Canadá com a qual nós brasileiros não temos tanta intimidade, O Montana’s BBQ. Simplesmente adoramos, atendentes simpáticos, canecas de cervejas bem geladas, pratos fartos e saborosos e  o melhor, preço justo. Descubra onde tem um restaurante da rede no site.

Quarto Dia

Tem que não goste de começar o dia com uma caminhada no parque mas não será o caso quando se está viajando e conhecendo uma cidade que oferece tantos lugares lindos e um parque que concorre com os mais lindos que já vi.

High Park

Maple Leaf Gardem

O parque é bem grande oferece diversificadas atrações, como jardins, playgrounds, lagos onde pode se praticar pesca, casa de xadrez, zoo e eventos sazonais como peças de Shakespeare in the Park, ou atrativos sazonais como as cerejeiras. Para quem está de passagem e não tem muito tempo para conhecer cada detalhe o interessante é focar no Maple Leaf Gardem, um lindo jardim e bem cuidado com a folha de bordo (aquela típica característica do Canadá). Esta seção do jardim também possui fontes e sebes decorativos. Bem próximo está o Grenadier Pond, uma área pitoresca, a grande lagoa, habitat de muitos animais selvagens que recebe visitas o ano todo e um ponto de pesca, para pescadores com licença.

Fontes e jardins

Grenadier Pond – Grande lago

O Zoológico – High Park Zoo – também é uma opção em especial para quem está com crianças, é bem pequeno, principalmente se comparado com o Toronto Zoo (que apesar de estar incluso no City Pass ficou difícil a visitação pois ele se localiza um pouco mais distante do centro de Toronto).

O site do parque tem um mapa com ícones interativos contando sobre cada uma das atrações. Visite!

Sunnyside Park

Sunnyside

O Sunnyside Park fica as margens do lago Ontário no extremo oeste de Toronto (1755, Lake Shore BLVD West). Lugar conhecido para piqueniques, com excelentes playgrouds, pista para pedestres e ciclistas ao longo da orla. No verão, Sunnyside Beach fica popular para se refrescar, com sua faixa de areia torna-se uma verdadeira “praia” no lago, assim como alguns outros parques as margens do lago na cidade de Toronto.

Em dias bonitos, inclua na sua programação algum(ns) parque e aproveite a diversidade deste lugar. E por falar em diversidade, o Harbourfront Centre também é uma ótima dica para visitação, este infelizmente não tivemos tempo hábil para visitar. É um centro cultural também as margens do lago, que além do lindo cenário oferece opções de eventos com danças, teatros, artesanato. A programação, quase sempre gratuita,  você pode conferir e acompanhar pelo site Harbourfront Centre (235 Queens Quay West, aberto todos os dias, mas com horários próprios dos diversos estabelecimentos)

Aos interessados em Moda: Textile Museum of Canada (55 Centre Avenue, aberto diariamente das 11h as 17h ou até as 20h as quartas) ; Bata Shoe Museum (327 Bloor St. abert0 diariamente, sendo de segunda a sábado das 10h as 17h, ou até as 20h as quintas e aos domingos das 12h as 17h). Bairro de Yorkville – encontra-se as principais marcas da alta costura.

Toronto Zoo –
Legoland Discovery Centre – Playground indoor  () toronto.legolanddiscoverycentre.ca

Canada’s Wonderland – Parque temático ) canadaswonderland.com

Resumo de Viagem
Local: Toronto – Região de Ontário – Canadá
Principais Visitações: Museus, locais históricos, pontos turísticos, shoppings e parques.
Parceira de Viagem: Entre amigos
Fotografia: Taciana P Rocha
Ponto alto: Visitar a Casa Loma, toda sua grandeza, jardins e torres me fez sentir num filme.
Ponto baixo: os poucos momentos que saímos de carro na cidade, me deu a sensação de estar perdendo tempo de viagem, trânsito muito intenso.
Duração: 4 dias
Ano: 2016 (Setembro)

 

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